Marcadores

Mostrando postagens com marcador Coisas de adolescente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Coisas de adolescente. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, dezembro 15, 2010

Eu cresci e agora?


Às vezes me pergunto se fiz a escolha certa... Às vezes não me reconheço diante do espelho.

São tantas as dúvidas, tantas os obstáculos. E agora o que virá? Confesso, sinto medo! Antes era quase tudo previsível. A gente saia de férias, curtia, viajava e depois mais uma vez íamos comprar cadernos, canetas, livros... Sempre preparados para mias um ano de “chatice”. Novas amizades, novos professores, mas tudo quase sempre previsível. Sabíamos que íamos estar lá, na nossa escola e pronto. Tínhamos essa certeza. E agora? Não sabemos. Depois do ensino médio completo bate aquela saudade no peito. Ah! Quero minha escola de volta, quero meus professores de volta (oh, achei que nunca diria isso, mas agora eu digo!)

E a tão esperada independência é isso? Não quero mais...

Resta-nos esperar esse tão famoso resultado... Se passarmos, ficaremos felizes, se não ficaremos tristes. Normal. Mas agora não sabemos mais o que irá acontecer. Nada é previsível.

segunda-feira, novembro 01, 2010

Amadurecimento precoce


Jovens adultos

A vontade de ser independente bate à porta e a gente não sabe por onde começar. Sair do “bem e bom”, do colinho da mamãe e enfrentar o mundo é uma questão desafiadora e assusta, mas é algo preciso e não podemos fugir. Há um tempo a maior idade era tida aos 21 anos, com o passar do tempo aos 18 e hoje vemos a necessidade de diminuir mais...

Aos dez anos, por exemplo, queria sair com minhas amigas sem dá satisfação para minha mãe, queria ter o meu dinheiro e não precisar pedir a ela! Aos treze e quatorze, percebi que isso não era tão fácil assim e decidi esperar os 18. Hoje, com 16 anos, não vejo a hora de engatar em uma universidade e começar a seguir uma carreira, ganhar meu dinheiro, me sentir mais livre... Não porque quero viver longe da minha mãe, nem para sair e não ter que dá satisfação a ninguém, mas porque o mundo está mais exigente e quanto mais a gente ter coragem, vontade e força para enfrentá-lo mais a gente vai obter sucesso em tudo que a gente fizer.

Cada vez mais vemos crianças madurecerem mais rápido. O ensino médio, por exemplo, antigamente menores de 18 anos jamais estariam em uma faculdade e sim terminando os estudos. Hoje, uma das coisas mais comuns é ver jovens com 17 anos em uma faculdade. São os tempos mudando...

O mundo exige de nós e estamos tentando satisfazê-lo.

quinta-feira, outubro 14, 2010

De adolescente para adolescente



A adolescência é o momento da vida quando se descobrem as delícias do poder. Achamo-nos espertos, rápidos, convincentes, ameaçadores e isentos a qualquer coisa que nos façam mal. Temos medo da solidão. Ou por não nos sentirmos poderosos sozinhos, ou por não termos plateia para exibir nosso “poder”. Juntos, os adolescentes se constituem num exército poderoso. E assusta! Li uma vez que: “no grupo a gente perde o senso da responsabilidade moral”, pelo que entendi uma crítica ao adolescente, pois o texto era sobre isso. Concordei no início, talvez pela falta de interpretação ou simplesmente por não ter a sensibilidade de compreender e criticar. Hoje percebo. Como é no grupo que a gente perde o senso da responsabilidade moral? A união não faz a força para o bem?
O jovem, com o passar do tempo, tornou-se sinônimo de uma figura revoltada e incapaz de tomar atitudes coerentes. Porém, a juventude é tão capaz de mudar e transformar o mundo quanto os adultos.
Muitos adultos vêem na juventude uma limitação de não atuarem como protagonistas na sociedade. Veem apenas meros expectadores das ações de outros; impõem e divulgam a participação “forçada” dos jovens nas questões sociais. Mas somos uma caixinha de segredos... Se todos os jovens tivessem voz e vez, amadureceriam antes de se tornar adultos e poderiam intervir e ajudar na construção de um mundo mais justo e democrático.
Quem não participa socialmente deixa aos outros a decisão de seu futuro, acabando por ser dominado. Tratar o jovem como um ser “invisível” é uma maneira de dominá-lo. É através dessa participação que se cria a possibilidade de fazer surgir uma nova juventude, com novos cidadãos. Sendo assim, deve-ser ter projetos não só para adolescentes, mas feitos por adolescentes.
E ainda insisto, o futuro do mundo somos nós, os jovens. Só resta haver na sociedade oportunidades para falarmos e o respeito de sermos ouvidos.
Ps.: Adolescência não é só curtição. Queremos um mundo melhor!

quinta-feira, outubro 07, 2010

Ó adolescência linda!


Paixão adolescente.

A gente nem percebe, chega aos poucos e quando menos esperamos: pronto! Já estamos apaixonados.

Do mesmo jeitinho. No início a gente não percebe. Quando percebemos, queremos esquecer ou fingirmos ainda não saber.

Quando nos damos conta ou aceitamos a paixão, dizemos a nós mesmo: “Jamais vou mudar por ele (a). Se me quiser, vai ter que ser assim”. E é isso que achamos seguir. Mas as mudanças acontecem. E como acontecem!

É aí que aparece a ansiedade de chegar o outro dia. A vontade de se perfumar, de se soltar, de ousar, de rir para aquela pessoa que já é tão especial na sua vida, de receber um sorriso como presente, um abraço, um beijo...

Os meninos se ajeitam, as meninas se produzem e assim cresce a paixão adolescente. Por simples detalhes, por simples palavras por simples segundos.

Ó adolescência infantil, inocente! A paixão explode e acaba. Acaba num instante tão rápido quanto o que começou. Num instante aos poucos, mas rápido. Rápido demais. E no outro dia, depois de longas 24 horas nos apaixonamos de novo. Ó adolescência linda, única e cheia de paixão para dá!

Jéssica Santana do Nascimento